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Caxias do Sul

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Com o passar dos anos a flacidez do rosto não é determinada apenas pela perda de tônus da pele e sim pela perda de volume tecidual e relaxamento  das fibras musculares. Assim a avaliação do envelhecimento da face deve ser tridimensional. Com esta perda volumétrica, o rosto obtém aspecto cansado.
 
Até alguns anos atrás, a única solução para este problema era realizar um lifting cirúrgico: uma técnica que reposiciona músculos e gordura facial, removendo boa parte de pele excedente. Esta técnica se consagra como um método atualizado chamado minilifting, aonde as incisões são muito pequenas e com resultados bastante satisfatórios.
 
 
Porém, cada vez mais, os pacientes querem evitar cirurgias e, para tanto, temos técnicas de reposição de volume facial que promovem estimulação de colágeno e sustentação importante das estruturas facias através desta reposição.  As substâncias mais utilizadas para reposição de volume facial são o ácido hialurônico e ácido poliláctico.
 
 
O ácido hialurônico é injetado na pele com o intuito de repor volumes teciduais perdidos com a idade e para induzir a neocolagênese.Deve ser repetido anualmente após ter atingido seu volume ideal. Como vem em seringas de 1 a 2 ml, o volume total a ser injetado dve ser avaliado pelo médico. Os melhores ácidos hialurônicos são produzidos na Suécia e Suiça , e por isso tem custo elevado no nosso meio.
 
O ácido poliláctico, produzido na França, são microgrânulos que devem ser diluídos em soro fisológico 24 hs antes da injeção e tem o potencial de estimular a formação de novo colágeno. Devem ser aplicados em 2 a 3 sessões com intervalo médio de 30 dias. Após a última sessão , sua durabilidade passa a ser de 2 a 3 anos.
 
 
Ambas as téncicas são de baixo risco desde que realizadas por profissionais capacitados e em ambientes estéreis, para evitar contaminação secundária por bactérias  durante as injeções. As contraindicações são doenças auto-imunes em atividade e pacientes com hipersensibilidade aos produtos. 
 
Estes procedimentos vem sendo realizados por dermatologistas e cirurgiões plásticos, com resultados excelentes, em todo o mundo. O Brasil é o segundo maior país em utilização desta técnica de reposição de volume, perdendo apenas para os EUA.
 

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